You are currently browsing the monthly archive for dezembro 2006.

Ano novo chegando.
Tempo de revisar sua vida, fazer uma retrospectiva.
Mas, tenho que ser sincero.
Há mais coisas a esquecer do que a lembrar.
Coisas das quais não me orgulho de ter feito.
Então vamos enumerá-las, e mostrá-las…para que sirva de exemplo pra mim mesmo que a mudança (não só do ano) está por vir.

Nesse ano de 2006 eu fui um cara super desconfiado. Tinha medo de perder minha namorada. Tinha medo de tudo, da vida, do mundo, do novo. Me entristeci, me alegrei, me superei.
Em seguida, em 2006, descobri o meu pior defeito: confiar na bondade, na discrição alheia, e confiar-lhes a história de minha vida. É um erro que cometi em 2006, e em 2006 ficará.
Descobri também que ninguém manda na nossa felicidade. Estamos com alguém que gostamos porque queremos, minha vida amorosa sempre foi perfeita. Tenho uma mulher que me compreende, que faz tudo por mim, a admiro pelos seus dotes, sendo um deles me amar acima de tudo (quando digo tudo, refere-se a coisas).
Descobri também, em 2006, que tenho muito a melhorar, a progredir. E o principal: eu tenho que fazer por onde conquistar meu espaço, conquistar minha mulher, e viver a minha vida.
Deixo de viver minha vida às vezes por ficar na internet, conversando com pessoas boas (e as ruins também). Por isso, estou deixando de ficar na internet perdendo minha vida e conversando (não todas é claro) com pessoas que só querem saber de você para usar contra você seus defeitos ao invés de ajudar.
Quem presta, está no meu coração. Posso citar uns nomes e nicks que me deixaram felizes em 2006, e incluem-se meu amigo Chuck, Belinha, Bia, Leandro, meu amigo Hugo (que saudades cara) Marc e Nefinha. Esses sim são amigos…para o qual posso confiar.
O resto, vai ficar numa lembrança bem profunda de 2006, para que se apague o mais rápido possível.
Essas foram as coisas horríveis que fiz em 2006.
E que jamais repetirei nos próximos anos, porque aqui, nós inventamos e tentamos, fazendo todos os anos diferentes. E a vida é curta demais…por isso, poderia ser muito tarde depois pra mudar.
No mais…
…por todas as pessoas que diretamente ou indiretamente fiz algum mal…
…por todas as “atrocidades” que tenha cometido…
…por todas as mágoas e tristezas…
…rogo seu perdão.
E não só o seu perdão, mas o perdão de Deus.

E digo obrigado também. Porque se não fosse meus erros e defeitos de 2006, jamais aprenderia e evoluiria para viver minha vida melhor.

Um grande abraço a todos e:

Feliz Ano Novo! Happy New Year! Bonne année!

Ao som deAna Carolina – Confesso

Anúncios

Sim, o dia amanheceu.
As cores voltaram a tona.
O verde da árvore, o azul do céu.
Mas não. Não o assisti. Apesar de estar acordado, não vi o maravilhoso nascer do dia.
A natureza me dará essa oportunidade novamente. Quem sabe amanhã, ou em algum ano qualquer entre 2006 e o ano de minha morte. Consigo esperar pra ver um nascer poderosamente lindo!
Me pergunto: “Porque não vi o sol nascer hoje, se estava acordado?”
E respondo: acho que a natureza é sábia, e o ser humano também. Tudo que a gente sente está ligado a natureza, que está ligada diretamente a Deus. E o que senti, me fez ficar na escuridão, do quarto, da casa, seja o que for.
Não estou sendo um bom servente de Deus. Tenho feito coisas das quais não me orgulho, porém, Deus sabe das minhas capacidades. De correr atrás, dar a volta por cima, mudar o que está errado.
Coisas acontecem subitamente de errado para que possamos aprender com elas. A dor, o sofrimento, o ódio foram feitos pra uma singela aprendizagem. De que adianta sofrer, se realmente não pudermos mudar? Por isso sofro, com orgulho…sem idéias soltas como “sofrer não vale a pena, quero é sorrir”, porque sei que daí há o aprendizado.
E não é chegar a perfeição, jamais! Qual ser humano teria essa pretensão? Nunca.
É se importar com as coisas. Se limitar ao amor. Se tornar totalmente confiante e explendorosamente confiável.
Meu namoro não vai bem. Afinal, perdi uma noite de sono. Não somente pela dor física do meu abdômen, mas também pela dor de saber que eu poderia me segurar, segurar minha raiva do momento, e fazer diferente.
Porém, peço desculpas ou perdão. Não somente para as pessoas. Peço a Deus. Porque, pensei, meditei, e vi que Ele quem trilhou esse caminho pra mim, e que a minha missão é conhecer esse caminho, arcar com os meus erros e procurar ser uma pessoa melhor, para que seja merecedor de tanto amor que Deus nos oferece.
Uma noite de sono.
Um amanhecer do dia.
Amanheceu, entretanto, refleti na escuridão, pois….
…apenas por um dia, não mereci ver tão maravilhoso nascer-do-sol.
Deus, perdoai-me!
E Deus, obrigado.
Simplesmente por mostrar o meu caminho.
E para quem magoei: Me perdoe amor. Afinal, ninguém jamais será perfeito.
E estamos sempre aprendendo e evoluindo.

Fui. Gone. J’etais!

Ao som deRoupa Nova – Volta Pra Mim

Cinema!
O grande cinema!
Fico me perguntando. Como seria se as coisas fossem realmente como no cinema.
Hoje coloquei a seguinte mensagem:

“O que importa antes de tudo é o momento presente. O momento presente é o criador do seu amanhã. Somos escravos do ontem, mas somos os donos do amanhã.” (Confúcio)

Essa é uma grande verdade. Mas vim escrever sobre um filme.
Poucas coisas fazem um ser humano chorar. Quanto mais os homens, sempre tachados de insensíveis e ignorantes. Ou provavelmente “baitola”, para os amigos.
Mas tenho que confessar que eu chorei demais quando vi esse filme, embora tenho certeza que não sinto vergonha de dizê-lo.
A Casa do Lago.
Tenho que dizer para todos verem. Porque, ele resume tudo que importa nessa vida. O amor e a morte.
Enquanto pessoas brigam, desconfiam, discutem, se insultam…acabam esquecendo que o amor sempre tem que estar em primeiro lugar. Sempre acima de todas as coisas, porque se há uma palavra que defina o antônimo da morte, essa palavra é o amor.
Filme lindo. Te prende. Sua magia. Sua fantasia. Sua vontade de querer estar lá. De querer ter alguém assim. De querer amar tanto quanto mostra.
Logo, acabo meditando: “Porque brigar tanto? Porque as pessoas têm medo de perder as outras? Porque o mundo não pode ser tão bonito e maravilhoso? Porque as pessoas não podem amar umas às outras?”
Infelizmente, tenho que me contentar com o cinema, embora sei que devo fazer isso a cada dia que eu viver, a cada dia que eu me sentir vazio, solitário.
Então chorei. Supostamente, para alguns engraçadinhos, serei “Um-Baitola-Com-Olhos-Molhados”, porém para mim mesmo, o aprendizado. Afinal, quem liga pra zombaria né?
Vamos amar mais uns aos outros. Por favor!

Partiu! Goodbye! Au revoir!

Ao som de Jay Vaquer – Você Não Me Conhece

Será?
Todo mundo vive repetindo que ninguém é perfeito.
Repetem tanto que virou uma frase clichê.
Mas, existem pessoas perfeitas.
E as pessoas perfeitas são aquelas que proporcionam momentos perfeitos.
Um olhar, um sorriso, uma palavra.
A perfeição está nos detalhes.
Sou um cara desconfiado por natureza. Acredito muito na bondade das pessoas, no amor das pessoas, mas não 100%.
Afinal, o mundo é tão estranho.
As pessoas são tão instáveis.
Os sentimentos.
Todo mundo usa o verbo querer…

…e esquece o verbo ser.
Não tenho vergonha de demonstrar sentimentos em público.
Acho que isso é honroso. Mostra nossa mais profunda vontade de querer compartilhar a alegria, o amor.
Porém, acho que sofro quando não fazem comigo.
Eu também gosto do verbo ‘querer’. Mas sempre acompanhado com outra boa palavra. Carinho… Amor….
Quero de volta tudo que faço “por”. Quero de volta tudo que faço “pra”. 
Acho que é o mínimo que um ser humano poderia doar.
Não estou totalmente satisfeito com minha vida.
Está faltando alguma coisa.
Está faltando essa singela perfeição.
Do olhar, do mostrar, do sorrir, do se alegrar.
Só isso.
Enfim…

Até mais! See you soon! A bientôt!

Ao som de: 3 Doors Down – It’s Not Me

Há anos que venho procurando me espelhar em algo do meu país.
Nunca entendi perfeitamente o que significava a palavra “patriotismo” ou coisa do genêro.
Sei que entender isso é difícil, porém, chegamos lá né? Afinal, somos brasileiros e não desistimos nunca.
Não. Não entendi a palavra “patriotismo” facilmente. Fora muito difícil, pois fora de trás pra frente.
Aprendi que eu odeio meu país.
Aprendi que não posso perguntar o que posso fazer pelo meu país (porque hoje em dia, nem isso as pessoas deixam, já tem tantos fazendo não é?) e muito menos o que meu país pode fazer por mim.
Sou obrigado a entregar meu futuro nas mãos de analfabetos, de pessoas sem um pingo de filosofia, de meditação. Isso porque essas pessoas (ao qual parece ou pode parecer que eu os culpo) nunca souberam e jamais saberão o que o país pode fazer por eles. Por isso, chega-se na eterna questão: “Quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha?”
Ai meus devaneios da vida.
Descobri realmente o que é o “anti-patriotismo”, afinal, sempre existe os dois lados da coisa. Foi do lado mais difícil mas consegui. Espero poder realmente provar que nosso país não tem futuro. Mas não quero provar pra vocês, ou para o mundo, e sim, para mim mesmo. A busca continua.
Conqueror of the World.

Partiu! Au revoir! Goodbye!

Ao som de: Seether – Truth