Há anos que venho procurando me espelhar em algo do meu país.
Nunca entendi perfeitamente o que significava a palavra “patriotismo” ou coisa do genêro.
Sei que entender isso é difícil, porém, chegamos lá né? Afinal, somos brasileiros e não desistimos nunca.
Não. Não entendi a palavra “patriotismo” facilmente. Fora muito difícil, pois fora de trás pra frente.
Aprendi que eu odeio meu país.
Aprendi que não posso perguntar o que posso fazer pelo meu país (porque hoje em dia, nem isso as pessoas deixam, já tem tantos fazendo não é?) e muito menos o que meu país pode fazer por mim.
Sou obrigado a entregar meu futuro nas mãos de analfabetos, de pessoas sem um pingo de filosofia, de meditação. Isso porque essas pessoas (ao qual parece ou pode parecer que eu os culpo) nunca souberam e jamais saberão o que o país pode fazer por eles. Por isso, chega-se na eterna questão: “Quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha?”
Ai meus devaneios da vida.
Descobri realmente o que é o “anti-patriotismo”, afinal, sempre existe os dois lados da coisa. Foi do lado mais difícil mas consegui. Espero poder realmente provar que nosso país não tem futuro. Mas não quero provar pra vocês, ou para o mundo, e sim, para mim mesmo. A busca continua.
Conqueror of the World.

Partiu! Au revoir! Goodbye!

Ao som de: Seether – Truth

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