Cinema!
O grande cinema!
Fico me perguntando. Como seria se as coisas fossem realmente como no cinema.
Hoje coloquei a seguinte mensagem:

“O que importa antes de tudo é o momento presente. O momento presente é o criador do seu amanhã. Somos escravos do ontem, mas somos os donos do amanhã.” (Confúcio)

Essa é uma grande verdade. Mas vim escrever sobre um filme.
Poucas coisas fazem um ser humano chorar. Quanto mais os homens, sempre tachados de insensíveis e ignorantes. Ou provavelmente “baitola”, para os amigos.
Mas tenho que confessar que eu chorei demais quando vi esse filme, embora tenho certeza que não sinto vergonha de dizê-lo.
A Casa do Lago.
Tenho que dizer para todos verem. Porque, ele resume tudo que importa nessa vida. O amor e a morte.
Enquanto pessoas brigam, desconfiam, discutem, se insultam…acabam esquecendo que o amor sempre tem que estar em primeiro lugar. Sempre acima de todas as coisas, porque se há uma palavra que defina o antônimo da morte, essa palavra é o amor.
Filme lindo. Te prende. Sua magia. Sua fantasia. Sua vontade de querer estar lá. De querer ter alguém assim. De querer amar tanto quanto mostra.
Logo, acabo meditando: “Porque brigar tanto? Porque as pessoas têm medo de perder as outras? Porque o mundo não pode ser tão bonito e maravilhoso? Porque as pessoas não podem amar umas às outras?”
Infelizmente, tenho que me contentar com o cinema, embora sei que devo fazer isso a cada dia que eu viver, a cada dia que eu me sentir vazio, solitário.
Então chorei. Supostamente, para alguns engraçadinhos, serei “Um-Baitola-Com-Olhos-Molhados”, porém para mim mesmo, o aprendizado. Afinal, quem liga pra zombaria né?
Vamos amar mais uns aos outros. Por favor!

Partiu! Goodbye! Au revoir!

Ao som de Jay Vaquer – Você Não Me Conhece

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