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Quem foi ao Centro Cultural Veneza em Botafogo não viu somente um show, e sim um grande espetáculo.

Enquanto os cariocas voltavam pra casa depois de um dia de trabalho, um em especial começava a mostrar o seu para um público de mais de 150 convidados, que gritavam, pulavam e o cercavam de um grande massacre digital com câmeras e celulares dos mais variados. Este, inovando a música brasileira com seu peculiar e ímpar estilo pop-rock, às vezes muito rock, às vezes muito pop. A participação especial do grande saxofonista e cantor George Israel ajudou a incendiar os fãs, curiosos e amigos do cantor.

Quem foi, apaixonou-se, viciou-se, porém quem não teve a oportunidade de assistir, poderá conferir no programa ao vivo de domingo, às 19hs na rádio carioca Antena 1.

Talvez a música não esteja a um retrocesso. Talvez alguém com esse dom de fazer música até exista, porém não possamos simplesmente encontrá-lo, ou talvez sim, devido à inclusão digital. Compor com sábias palavras, perfeitos sons, arranjos, efeitos, inovar, criar, ser distinto. Essas últimas são qualidades de um bom aquariano, senão as melhores. E esse é um aquariano em especial, um dos maiores e inenarráveis talentos da atualidade, filho de uma cantora com ouvido, voz e tonalidades absolutos como Jane Duboc, o querido e amável Jay Vaquer. Suas canções liberam endorfinas em todos o que ouvem, traz aquela descarga adrenérgica que fazem arrepiar os pêlos das costas e nos fazem pular, e pular, e se emocionar. Aos meninos, às vovós, às crianças e também aos grandes críticos.

Jay veio pra ficar, pra ser mais um eterno, pois nesse mundo cão ele consegue nos trazer a alegria e serenidade através do ato de ouvir e apreciar música e talvez não seja só isso, pois a um olhar mais enérgico em suas composições talvez consigamos enxergar muito mais que uma mensagem, por não dizer também uma crítica, desproporcional cultura e discernimento sobre o que é importante para o mundo ao qual estamos vivendo, para qual direção devemos olhar, caminhos a seguir, opiniões a formar e por fim, tornarmos cônscios de que o retrocesso já está explicitado, e quem melhor que Jay para nos mostrar?

Pare, pense, ouça e reflita.

Seria Jay somente um despojado cantor especial ou um amigo que, em forma de música, talvez queira aconselhar o mundo, senão simplesmente fazê-lo ser entendido?

Logo, termino dizendo mais uma vez em meu blog que o homem perece, mas o exemplo dura eternamente.

Obrigado Jay.

Ele procura, ela olha. Ele vê, ela retorna.
É simples descobrir uma vontade quando se continua em um comportamento. Repete aquele comportamento, até se ligar que tem certeza de que foi aquilo mesmo que fez, de querer saber porquê fez, mas parar por aí, querendo que o outro faça e ao mesmo tempo não podendo deixar que o faça.

Torce pra ele não fazer, mas torce pra ele também fazer. A negativa é porque não pode. A positiva é porque no fundo quer. Ele faz, e agora!? O que fazer? Esquecer? Fingir que não viu? Dar espaço? Esnobar? Esquecer o que conquistou e se jogar naquilo que lá no fundo é o que você quer que aconteça? E quer porque simplesmente você pensa que quer, e age como se pudesse querer? Porque, sem sombras de dúvidas, há uma força que te puxa através daquilo, pra dentro daquele lá?
Por quê?

Porque tudo tem seu tempo. E quando encontramos o tempo certo pra fazê-lo, fazemos..mesmo que demore muito ou nada, fazemos porque desejamos fazê-lo.
Porque no fundo, sabemos o nosso tempo. E mesmo que no fim não ganhemos, talvez tenha sido por milésimos de segundos…que sempre farão a diferença.
E aí? Acertei no meu tempo?