Como é enorme a carência das pessoas por amor, por carinho, por atenção.
Quando atravesso a rua e uma mulher vem de encontro à minha direção, acabo sentindo a falta de amor daquela pessoa. Ohh! Quanto ela precisa amar, quanto ela precisa enxergar o amor.
Tudo bem! Existe o companheirismo, a proximidade, a intimidade, o querer bem…mas o carinho? O amor? A atenção? Onde ela está?
Você não sente isso em você, nem n’outras pessoas.
Saiba que tudo que você acha e imagina, é tão pouco, limitado e finito perto do quanto você pode receber, quanto você pode ser seduzida, a um ponto de desligar seus pensamentos e querer amar, querer receber, enxergar realmente o amor.
Porque o amor não está no nosso entendimento. Ele vai além dele.
É quando você se desliga de sua mente que você começa realmente a ter uma pista do que é o amor pleno, infinito, eterno e para muita gente “irreal”.
Você enxerga que o carinho que recebe atualmente é como um simples cm² no universo. É muito pouco, muito escasso. Te faz feliz? Um pouco, mas não plenamente.
Por isso, tenho a certeza que devemos exercitar o amor, ao invés de darmos significado a ele.
Soltá-lo das páginas dos livros, esquecê-los da cultura, do conhecimento coletivo e nos aprofundarmos no que precisamos sentir, sem pensar, julgar, significar esse sentimento.
Haverá um breve momento que o amor deixará de ser moeda financeira de troca entre humanos, e começará a ser terno, fiel, leal, naquele bem-aventurado ser que finalmente deixou de entendê-lo.

Anúncios