Hoje foi um dia especial.
Enquanto eu escrevia uma estória, outra história purgava ainda mais meu ser, e subitamente fulgurava e abrilhantava em cores estonteantes um mundo antes cinza fosco.
A estorinha está aqui no post abaixo, não sairá daí! Está eternizada..mas não pelo local ou as palavras, mas também pela madrugada. A boa madrugada!
Juro! Prometo! Desta vez foi diferente!
Não vi daonde saiu e não me importo. Se a morte súbita por atropelamento ou qualquer outro desastre é assim tão veloz, em milésimos de segundos…o renascimento também deve ser…porque, não é possível!!!

Senti-me na Grécia. Não! Eu não era um dos titãs, era apenas um mero mortal…
…e em meio todos àqueles deuses mitológicos, dei de cara com o mais temível, mais impetuoso, mais injusto e estúpido deus..Eros!
– Ei você–
Nada mais pude dizer.
Sua flecha alvejara-me desbaratando 3 das minhas costelas, perfurando tudo avante…e queimava. Ardia. Derretia! Ahh! Como derretia!
Ah!!! Que entidade malévola!

Acertara-me preciosamente! E eu – mesmo com aquela armadura chumbada de amor próprio, desilusão e falta de esperança – tive que aceitar que tudo aquilo estava acontecendo novamente.
Quantas vezes fui acertado por Eros? E quantas vezes sofri o pavor do tratamento que aquela ferida causava, quando não se curava rápido?
Duas? Três talvez? Não me recordo agora. E não dá! Porque está ardendo.
Perdi-me de minha armadura.
Perdi-me de meus comportamentos prontos.
Perdi-me de minha razão.
Só me restou a sensação picante! (Aqui, deixo em aberto para que o leitor possa dar o sentido que quiser ao picante)
E emoções…eternizadas! Exatamente unidas à estória escrita no post abaixo!

Enfim!
Dia após dia, venho desejando um acaso. Não importa bom ou ruim.
Meu pedido foi concedido.
E eu gostei de ter finalmente esse acaso.
Talvez ruim, como aparenta ser nas palavras supracitadas: flechas; entidades malévolas! Uuuh!
Talvez bom, como parecera no início do post.
E talvez maravilhoso, mas não pra todos, apenas pra alguém especial.
Que é o doce, o som, a luz e a alegria!
A soma.

Insônia, já pode sumir. Volte amanhã!

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