Fina flor
que exala metáforas
com ardor
sem máscaras
nua d’alma, e de si, vestida de amor.

Vestida de fina e afável gentileza.
De estonteante beleza.
Não a exterior!
Mas aquela, que nos dá a fortaleza
que nos impele com furor
quando, as cartas, tu pões
ou seriam as esmeradas publicações?
Na mesa.

Farta de autoconhecer
de humilde saber
que não sabemos
nem tu, nem eu, nem todos
mas que faz com que procuremos
com acuidade
em nós, satisfatoriamente lidos de ti,
o desejo de sorver e nos servir
de nossa própria curiosidade.

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Ft – 11.02.2009 – 23:13hs.
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Essa poesia é em homenagem à querida escritora Monica Montone.
A rainha das metáforas.
E sim! Eu leio o Fina Flor!

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